O bode e seu manto esfiapado
poema de Friedrich Güll traduzido e recriado por Ruth Salles “O bode bale! O bode berra! Seu manto esfiapado quem é que sabe se é novo ou velho se é largo ou apertado?”
poema de Friedrich Güll traduzido e recriado por Ruth Salles “O bode bale! O bode berra! Seu manto esfiapado quem é que sabe se é novo ou velho se é largo ou apertado?”
poema de Hedwig Diestel traduzido e recriado por Ruth Salles Sou o mestre-sapateiro. O meu nome é Couro-Fino. Faço sapato o ano inteiro, seja grande ou pequenino.
de Elisabeth Klein poemas do livro “A Mãe-Terra, o Grão e o Pão” traduzidos e recriados por Ruth Salles Desenho de lousa da professora Verônica Calandra Martins . 1. FLORAÇÃO A chuva desce e se derrama. E a haste cresce, e a flor, e a grama. O vento passa, as flores bolem. Já esvoaça o…
poema de Conrad Ferdinand Meyer traduzido e recriado por Ruth Salles Quem souber me diga, onde Dedalzinho mora? Lá no vale, longe, longe, onde um rio aflora. Desde que era criancinha, já trazia a corcundinha. A seu passo balançado nada se assemelha, e seu queixo, ao estar sentado, bate nos joelhos.
poema de Friedrich Theodor Vischer traduzido e recriado por Ruth Salles Pobre Guigo desastrado! Que é que ele faz? Lambeu do tacho encantado. Quem vem atrás? Ai, é Dida! E vem zangada essa poderosa fada.
poema de Christian Morgenstern traduzido e recriado por Ruth Salles No mato há um gigante que tem um orelhão, e que acha sussurrante o estrondo do trovão.