Contos, Fábulas, Lendas, Mitos, História e Biografias
Capítulo do livro Pedagogia Waldorf 100 anos+
Lousa da Prof. Kelly Branquinho – mitologia hindu – Miguel Arcanjo Escola Waldorf – Belo Horizonte – MG
Muito antes da linguagem escrita, o ser humano já contava histórias, e toda cultura de cada comunidade era transmitida de forma oral. Com o advento da escrita, muitos contos, fábulas, lendas e mitos começaram a ser registrados ao longo dos séculos, criando um acervo que nos permite conhecer o caminho evolutivo da consciência humana.
Na Pedagogia Waldorf esse caminho é “percorrido” pelas crianças através das histórias contadas pelos(as) professores(as) durante o ensino fundamental, partindo da fantasia dos contos de fadas no 1° ano e chegando até a realidade concreta das biografias de grande personagens contemporâneos nos 7° e 8° anos.
Contar histórias também é uma arte que o professor Waldorf aprende. Elas devem ser contadas num tom de voz adequado, e são escolhidas de acordo com o tipo de imagem que se considera importante para o desenvolvimento dos alunos em cada idade. Elas não são lidas na classe, são contadas pelo professor com suas próprias palavras, que precisa se preparar internamente e sentir-se seguro e confortável para isso. Nesta preparação, ele lê várias vezes a história, para internalizá-la, pois ela não deve ser contada apenas de memória, mas de coração. As imagens transmitidas pelo professor através das histórias são um alimento anímico importante para aquele momento que os alunos estão vivendo, e sempre os inspiram a criarem belos desenhos e pinturas. Há histórias que também são representadas pelos alunos como peças de teatro. Conheça a seguir os temas indicados para cada classe, de acordo com a idade.
1° ano – contos de fada
Para essa criança que ainda se sente una com o mundo, os contos de fada são indicados – especialmente os da coletânea dos irmãos Grimm – porque representam imagens universais amplas, sem espaço ou tempo definidos. Eles são considerados um tesouro espiritual da humanidade, fruto de vivências primordiais da existência humana. Produzem um efeito inconsciente na alma ao resgatar, por meio de imagens significativas, todo o longo percurso do desenvolvimento da consciência do ser humano na Terra. Apesar de todas as dificuldades e obstáculos pelos quais passam as personagens destes contos, eles sempre trazem ao final um exemplo de superação. Por isso, pessoas de todas as épocas, principalmente as crianças, sempre reconheceram neles, embora de modo inconsciente, algo afim com sua própria alma. Reis, princesas, anões, gigantes – todas estas imagens – correspondem a profundas realidades interiores do homem.(1)
Os contos de fadas representam um verdadeiro alimento para a alma das crianças. Nunca se deve tentar interpretar, ou achar alguma “moral da história” para as crianças. As imagens vivenciadas por elas nestes contos, amadurecerão aos poucos no inconsciente de cada uma. No jardim de infância as histórias devem ser curtas e contadas inteiras, de uma vez, e devem ser repetidas em outros dias, estimulando o desenvolvimento da memória. Para as crianças de 6 a 7 anos, no 1° ano do ensino fundamental, são histórias mais longas, já podem ser contadas em partes e não são repetidas. Cada dia, antes de continuar a história, o professor estimula os alunos a contarem, de forma livre, o que eles lembram do que foi contado no dia anterior, num exercício para a memória.
“É contando e recontando histórias que se trabalha a estrutura linguística e pensante, pois cada história, assim como todo pensamento estruturado, consta sempre de um começo, meio e fim. A linguagem pictórica, plena de conteúdo, alimenta a alma infantil e, como todo alimento, deve ser digerido e metabolizado. Quando a criança, nesta idade, envolve-se de corpo e alma no relato dessas grandiosas imagens, alegrando-se ou se entristecendo, ela é toda participante. Isso faz com que despertem nela os impulsos de fazer algo igual, de atuar ou de sonhar.”(2) Luíza Lameirão
2° ano – fábulas e lendas
Nesta idade, a criança já começa a perceber que ela e o mundo não são unos, percepção esta que culmina por volta dos 9 anos. A polaridade entre o bem e o mal é uma questão importante nesta idade, portanto são contadas fábulas que, através das características dos animais, permitem às crianças perceberem as falhas humanas, como a falsidade, a cobiça, a ganância etc. Intercalando com as fábulas são contadas lendas que revelam nosso lado mais humano, com exemplos de altruísmo, compaixão e domínio sobre nossos instintos. Passerini afirma que “a ideia educativa que orienta essas narrações de fábulas e lendas é mostrar que em verdade os instintos existem e que, através de modelos ideais, os instintos são transformados”.(3)
Uma história que sempre é contada para as crianças nessa idade, e geralmente no final do ano, é a história de Francisco de Assis, que mostra o exemplo de um ser humano muito evoluído que superou seu lado mais primitivo, e, por outro lado, demonstra uma grande compreensão e compaixão pelos animais. Essas lendas de pessoas consideradas santas são contadas sem nenhum cunho religioso. As crianças nessa idade se identificam com os grandes ideais.
3° ano – histórias de superação
Aos 7 anos a criança sentia-se integrada à natureza e ao ambiente, e podia brincar de voar como o vento, pular como um sapo ou correr como um cavalinho. Aos 8 anos foi aos poucos se afastando desse mundo de fantasia, e aos 9 anos então, ela passa a ter mais consciência em relação à realidade, e uma sensação de solidão a incomoda. Antes, ela se sentia integrada e confortável naquele mundo, e agora se sente sozinha e insegura sobre como atuar nessa nova realidade. Ela percebe que aquele tempo de magia não existe mais. A tarefa pedagógica nesse período é construir uma ponte que a ajude a fazer essa travessia entre o mundo do qual ela sente que está se afastando e o fortalecimento da sua individualidade. Todo conteúdo do terceiro ano tem esse objetivo.
Para isso, é importante trazer para a criança imagens que incentivem a vontade de crescer e de atuar no mundo como indivíduo. Assim, são contadas histórias que trazem exemplos de superação, coragem, responsabilidade e perseverança, e que devem sempre estar de acordo com a cultura de cada comunidade. No caso das escolas inseridas em comunidades cristãs, por exemplo, costumam ser contadas histórias do Antigo Testamento, que relatam o caminho que o povo hebreu teve de seguir para conseguir superar suas dificuldades. Passerini esclarece que “esses conteúdos trazem aos alunos a coragem de enfrentar seus problemas, ao identificar-se com o sofrimento de algumas das figuras por meio de seus atos de coragem e persistência”.(4)
4° ano – histórias da mitologia indígena, africana e nórdica
Agora a criança já superou a crise dos 9 anos, se percebe mais como indivíduo e precisa conhecer o mundo e se reconhecer nele, tanto do ponto de vista físico como do anímico, para então começar a perceber para onde ela pode ir. É o momento de entender suas raízes e ao mesmo tempo de criar asas. Para ajudá-la nesse caminho, começa a ser estudada a Geografia local, a partir da escola, da sua casa, do bairro, do seu município, e assim por diante, e na História ela irá conhecer a mitologia dos povos originários da região e daqueles que vieram depois. Estes mitos carregam a força da ancestralidade de civilizações milenares e mostram a identidade cultural de cada povo, como interpretam a origem do universo, os fenômenos naturais e a vida humana em todas as suas nuances.
Como a Pedagogia Waldorf é originária da Europa, inicialmente as histórias contadas no 4° ano eram as da mitologia nórdica europeia. Com o passar do tempo, foram criados vários grupos de estudo de professores Waldorf para desenvolver a brasilidade no currículo, e desde então as mitologias indígenas e também as africanas passaram a ser estudadas e vivenciadas nas escolas. Estas histórias trazem imagens fortes que traduzem essa mudança de consciência pela qual a criança está passando, pois falam dos valores fundamentais que precisamos desenvolver nesta idade. Essas imagens já apareceram antes, de forma simplificada, nos contos de fadas, mas agora têm uma nova roupagem. Elas representam o caminho individual que cada criança deve percorrer nessa idade, e o esforço para superar seus impulsos e adquirir uma postura amorosa e equilibrada diante dos desafios da vida.

Kuaracy (deus Sol) e Jacy (deusa lua) – Desenho de lousa da professora Flávia Rocha, baseado em ilustração de Bianca Duarte. Escola Grão Saber – Curitiba PR
Os povos originários brasileiros já estão aqui há mais de 10.000 anos e possuem uma mitologia muito rica. Algumas etnias, como a Tupi Guarani, por exemplo, já foram estudadas por diversos antropólogos, e temos alguns autores indígenas com importantes contribuições literárias que nos ajudam a conhecer sua cultura e os seus mitos, como Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Eliane Potiguara e Kaká Werá Jecupé, entre outros. Conhecendo e vivenciando essas culturas a partir de uma visão autêntica, e não pela visão colonialista, as crianças percebem naturalmente o seu valor e a importância do seu modo de vida em harmonia com a natureza.
“Naquele tempo, nem antigo e nem passado, porque nem tempo havia, já existia Nhamandú. Sua presença é como se uma música infinita desde sempre ecoasse em um ritmo cadenciado, vibrando a luz da vida. Muitos lhe chamam de respiração do sempre-viver. Nhamandú inspira e quando sopra seu hálito, a existência simplesmente acontece. Uma vez NHAMANDÚ inspirou e, quando soprou, nasceu KUARAY, de dentro dele mesmo, pleno de brilhantíssima luminosidade. Por sua vez, KUARAY, de si mesmo, no seu coração, faz surgir TUPÃ, que se põe a dançar e cantar na imensidão de Nhamandú e criando mundos através de seus cantos sagrados.”(5) Kaká Werá Jecupé
De acordo com o mito da criação segundo os Tupi-Guarani, depois de criar a Terra, Tupã nela desenhou as montanhas, rios, lagos, nascentes, florestas, desertos e planícies. Então, para ajudá-lo em seu trabalho de criação, ele criou o primeiro homem, Nhanderuvuçu, mas ele ainda não tinha o corpo que temos hoje. Segundo nos contou Káká Werá, “ele era como se fosse feito de vento luminoso, algo assim como um vento que dá pra pegar. Ah, e tinha asas, iguais aquelas dos pássaros, que ainda não existiam. Como ele era muito leve, vivia mais no ar.” Para que pudesse ajudar Tupã na criação, Nhanderuvuçu primeiro viveu como uma pedra, depois como uma árvore e depois como uma onça. Aí encontrou a Serpente Prateada, que era o espírito da Terra, e dela ganhou seu corpo, feito de barro, húmus e dois cristais para os olhos. Então, através dos pensamentos e das palavras ele começou a criar as aves, os animais e os peixes. Depois de já ter criado muitas espécies, viu seu reflexo nas águas límpidas de um rio e disse “Cunhatay-Porã”, criando então a mulher. Ela passou a ajudá-lo na tarefa da criação, criou os insetos, criou peixes coloridos e ambos continuaram esse trabalho. A professora Beatriz Camorlinga considera que ao contar este mito, trazemos às crianças uma mensagem de que também somos responsáveis pelo mundo onde vivemos, e precisamos cuidar dele.(6)
Um dia, decidiram criar também mais pessoas. Cunhatay colheu então sementes de quatro cores, vermelhas, amarelas, negras e brancas, cantou vários sons e as sementes então transformaram-se em crianças. Delas nasceram quatro povos que se espalharam pelo mundo. Então, Nhanderuvuçu já cansado, transformou-se em Kuaracy, o Sol, e Cunhatay transformou-se em Jacy, a Lua. Muito tempo depois, os quatro povos voltaram a se encontrar no seu lugar de origem, mas agora com culturas muito diferentes uns dos outros. No início começou a haver uma guerra entre eles, até que Tupã trovoou e falou: “Vocês todos são sementes da mesma floresta, que possui raiz no mesmo chão, que é alimentada pelo mesmo sopro e a mesma luz do céu. Vocês não se encontraram novamente para brigar, mas para amar, para partilhar suas experiências, suas vidas, suas sabedorias. E uma vez partilhada a sabedoria da semente vermelha, a da semente amarela, a da semente negra e a da semente branca; um novo povo nascerá. O povo dourado. O povo que vai nascer da união das quatro sementes.” Assim, uma nova era teve início na Terra.
Trouxe este breve resumo do mito da criação segundo a cultura Tupi-Guarani porque tem muita correlação com o que está acontecendo no mundo hoje. Precisamos todos nos empenharmos pela criação desse povo dourado.

Lousa da professora Maria Luiza Camargo P. Ferraz – representa a divindade Iansã da mitologia Iorubá. Escola Waldorf Jardim Primavera – Ubatuba SP – foto da autora
Já segundo a mitologia Iorubá, a humanidade e o universo foram criados por Olorum, ou Olodumarê, o Ser Supremo, que já existia desde antes do início dos tempos. Para essa tarefa, Olorum criou os orixás (divindades) e a cada um deles atribuiu um de seus poderes, para que juntos governassem o mundo em seu nome. Seu primogênito, Oxalá, ficou com a missão de criar Ayé, a Terra, com a ajuda de seu irmão mais novo, Exu. Os orixás cultuados nas religiões de matriz africana no Brasil são dezesseis: Ewá, Exu, Iansã, Nanã, Logun Edé, Obá, Obaluaiê, Ogum, Ossaim, Oxaguiã, Oxalá, Oxóssi, Oxum, Oxumaré, Xangô e Yemanjá.(7) A religiosidade em si não é abordada nas aulas, mas sim os valores que cada divindade representa, e os seus aspectos culturais e sociais presentes em nossa sociedade.
“Aqui em Ubatuba, as comunidades tradicionais indígenas, quilombolas e caiçaras refletem a própria História do Brasil. No quarto ano vivenciamos algumas mitologias indígenas de ‘Pindorama’(8), dando enfoque às etnias Tupinambá (originária) e Guaraní (mais recente no território). Acompanhando o desenrolar do tempo histórico, com a chegada dos colonizadores portugueses e dos africanos escravizados, vivenciamos também a Mitologia Iorubá, através das histórias sagradas dos orixás, das músicas e danças, dos grafismos e simbolismos, da capoeira e do maculelê, dos jogos e brincadeiras africanas. Finalizamos esta época visitando o Quilombo da Fazenda, quando pudemos constatar a rica mistura cultural do povo de Ubatuba.” (9) Maria Luiza Camargo P. Ferraz
As histórias da mitologia nórdica, por sua vez, foram transmitidas oralmente até o século XI, quando foram escritas pela primeira vez, em versos, na coleção chamada Antiga Edda. Por volta de 1200 D.C. o islandês Snorre Sturlason escreveu a Nova Edda, em prosa. Um exemplo é a história A espada de Siegfried, onde o herói precisa forjar a própria espada, derrotar o dragão e salvar a jovem aprisionada pelo fogo.
“Cada mitologia expressa uma conquista anímica pela qual a humanidade passou, e todas foram muito importantes para sua evolução. Os nórdicos vivenciaram intensamente aquilo que possibilita nos enxergarmos como seres individualizados, identificados enquanto seres que pensam, sentem e agem, que têm livre arbítrio. […] Mesmo como figuras arquetípicas, os heróis revelam uma vida, uma biografia, ao serem narrados os aspectos de seu nascimento e de seus feitos. Na verdade os heróis lendários fazem a ponte para o grande recurso que se tem depois que termina a consciência mitológica: as biografias propriamente ditas.”(10 ) Sueli Passerini
5° ano – mitos e história das primeiras civilizações
Estas histórias permitem à criança “percorrer” um caminho que, partindo da Atlântida, com o mito do Dilúvio, passa pelos mitos da Índia, da Pérsia, do Egito, da Mesopotâmia, e chega finalmente à história da civilização grega. É quando elas fazem a passagem da mitologia para a história cronológica. Neste trajeto, ela tem a oportunidade de vivenciar dualidades fundamentais, como o bem e o mal, luz e trevas, vida e morte. Percebe que, enquanto na Índia cultuava-se o desprendimento do corpo, no Egito cultuava-se a sua mumificação. Da teocracia egípcia, onde o faraó era considerado um semideus, vai até a democracia grega. Assim, ela percebe a evolução do homem que partiu de um pensar imagético e alcançou um pensar lógico e abstrato, com os filósofos gregos. Segundo Passerini, “os alunos percebem um ‘fio’, no sentido de ver nessas grandes culturas a transformação da consciência humana.”(11) Paralelamente às histórias, os alunos também têm a oportunidade de realizar os jogos gregos, que deram origem aos jogos olímpicos. Há várias peças de teatro que a professora pode escolher para encenar neste ano, sobre a Índia, o Egito ou a Grécia, por exemplo.
6° ano – história de Roma
Nesta idade, os alunos estudam a história de Roma, desde sua fundação até a queda do império romano, e têm a oportunidade de aprender alguns poemas em latim, conhecendo um pouco daquela que foi o berço da língua portuguesa. Os alunos vivenciam a forma e a disciplina que os romanos tinham consigo mesmos, justamente nesta idade em que eles estão começando a ter uma forte consciência de si mesmos e dos defeitos dos outros. Segundo a professora Marisa Cristina dos Santos, que realizou uma marcha romana com seus alunos, eles gostaram muito de perceber que para o sucesso coletivo naquela atividade, era necessário ter forma, ritmo e disciplina. Foi um trabalho que começou de maneira simples e foi crescendo em grau de dificuldade, até chegar a fazer evoluções complexas. Foram confeccionados elmos e escudos de papel pelos próprios alunos e o trabalho rendeu uma bela apresentação em festa escolar.(12)
7° e 8° anos – biografias

Mahatma Gandhi – Lousa da professora Beatriz Retz – Escola Waldorf Aitiara – Botucatu SP
A partir dos 12 anos o pensar abstrato começa a ganhar força nos adolescentes, a linguagem mitológica já não os atende mais e tem início uma nova fase na sua vida, em que eles têm mais liberdade, mas também precisam assumir mais responsabilidades. A importância de conhecerem a biografia de figuras célebres é para que conheçam a luta que cada uma teve, sua coragem, seu sofrimento, qualidades, defeitos, derrotas e conquistas, e os exemplos que deram de determinação, superação, liderança, fraternidade, justiça, conforme o caso. O exercício de compreender a motivação, o caráter e o caminho trilhado por estes personagens históricos, se torna também um exercício para o autoconhecimento do aluno e fortalece seus ideais. As biografias a serem contadas são escolhidas pelo professor conforme o que ele considere mais adequado para sua classe no momento. Elas geralmente são relacionadas a temas que estão sendo estudados em cada época. Podem ser, por exemplo, personagens relacionados a uma época histórica, cientistas relacionados ao tema de uma época de ciências ou um poeta ou escritor relacionado a um tema de português ou literatura, e assim sucessivamente.
No vídeo abaixo a professora Marisa Cristina dos Santos, da Escola Waldorf Aitiara, ensina como contar contos de fadas.
Bibliografia
1. STEINER, Rudolf. Os Contos de Fadas. 2002, p.div.
2. BERTALOT, Leonore. Criança Querida – O Dia a Dia da Alfabetização. São Paulo: Associação Monte Azul, 1990 pg 13.
3. PASSERINI, Sueli Pecci. O Fio de Ariadne: Um Caminho para a Narração de Histórias. 2004, p. 123.
4. Idem PASSERINI, op. cit., p. 124
5. JECUPÉ, Kaká Werá. A Voz do Trovão – a criação do mundo segundo os guaranis. São Paulo: Artigo – Associação Monte Azul e Instituto Arapoty.
6. CAMORLINGA,Beatriz. Mitologia indígena para o 4° ano. http://pindorama.art. br/file/MITOLOGIA- Beatriz.pdf
7. REIS, Camila do Socorro Aranha dos e SOUZA, Edvandro Luise Sombrio de e SILVA, André Vinícius Gomes da. Estandartes para os Orixás: mitologia Iorubá nos anos iniciais do ensino fundamental. Rio de Janeiro: Artigo – UFRJ, 21/08/2018.
8. Movimento Pindorama – https:// pindorama.art.br/
9. Maria Luiza Camargo P. Ferraz, professora de classe do 4° ano de 2022, na Escola Jardim Primavera – Ubatuba SP.
10. Idem PASSERINI, op. cit., p.129.
11. Idem PASSERINI, op. cit., p.130.
12. SANTOS, Marisa Cristina dos. Depoimento gravado em vídeo na Escola Waldorf Aitiara – 2009
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